Os Ensinos - Fatos (Ellen White lições)




Leitura de Lucas 10:25 " o que farei para herdar a vida eterna"

Lucas 10: 25-37


Por toda parte, as pessoas estão descontentes. Anseiam algo que satisfaça sua necessidade espiritual. Somente uma Pessoa pode satisfazer essa necessidade. O que o mundo necessita é Cristo, “o Desejado de todas as nações” (Ag 2:7, ARC). A graça divina que só Ele pode comunicar é uma água viva, purificadora, refrescante e revigoradora.

Jesus não queria dar a ideia de que um único gole da água da vida basta para aquele que a recebe. Quem experimenta o amor de Cristo desejará continuamente mais; mas não busca nenhuma outra coisa. As riquezas, honras e prazeres do mundo não o atraem. O contínuo grito de sua alma é: “Mais de Ti.” E Aquele que revela ao coração suas necessidades está à espera, para lhe saciar a fome e a sede. Toda segurança e todo recurso de origem humana falharão. As cisternas ficarão vazias, os poços se secarão; porém, nosso Redentor é uma fonte inesgotável. Podemos beber, e beber mais, e sempre encontraremos novo abastecimento. Aquele em quem Cristo habita tem em si mesmo a fonte da bênção – “uma fonte de água a jorrar para a vida eterna” (Jo 4:14, ARC). Dessa fonte poderá tirar forças e graça suficientes para todas as suas necessidades (O Desejado de Todas as Nações, p. 138, 139).

Cristo explicou-lhes a parábola, da mesma forma em que tornará clara Sua Palavra a todos aqueles que O procuram em sinceridade de coração. Os que estudam as Escrituras com o coração aberto para a iluminação do Espírito Santo não permanecerão em trevas quanto ao seu significado. “Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se Eu falo por Mim mesmo” (Jo 7:17). Todos os que vão a Cristo com o desejo de um conhecimento mais claro da verdade o receberão. Ele lhes desdobrará os mistérios do reino dos Céus, que serão compreendidos pelos corações que anelam conhecer a verdade. Uma luz celestial raiará no templo da alma e será revelada a outros como o brilho refulgente de uma lâmpada em estrada tenebrosa (Parábolas de Jesus, p. 14).

Os mensageiros de Deus são encarregados de assumir o próprio trabalho que Cristo efetuou enquanto esteve na Terra. Devem dedicar-se a todo ramo ministerial que Ele levou avante. Com diligência e sinceridade, devem falar aos seres humanos das insondáveis riquezas e dos imperecíveis tesouros do Céu. Devem estar cheios do Espírito Santo. Devem repetir os oferecimentos celestiais de paz e perdão. Devem apontar para os portões da cidade de Deus, dizendo: “Bem-aventurados” os que guardam os Seus mandamentos, “para que tenham direito à árvore da vida e entrem na cidade pelos portões” (Ap 22:14; Este Dia com Deus [MD 1980, 22 de janeiro], p. 28)




Fatos- Quem sabe A ação.



As Escrituras do Antigo Testamento eram o livro-texto de Israel. Quando o doutor da lei foi a Cristo com a pergunta: “Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” – considerem essa pergunta, pois a resposta serve a todos quantos formulam semelhante indagação, o Salvador disse: “O que está escrito na Lei? Como você a entende? A isto ele respondeu: ‘Ame o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, com todas as suas forças e todo o seu entendimento.’ E: ‘Ame o seu próximo como você ama a si mesmo.’ Então Jesus lhe disse: – Você respondeu corretamente. Faça isto e você viverá” (Lc 10:25-28).

Mesmo se não houvesse outro texto na Bíblia, essa declaração contém luz suficiente e conhecimento e segurança para toda pessoa. O doutor da lei havia respondido a sua própria pergunta, mas tentando justificar-se, disse a Jesus: “Quem é o meu próximo?” (Lc 10:29). Então, pela parábola do Bom Samaritano, Cristo revelou quem é nosso próximo, e nos dá um exemplo do amor que deveríamos manifestar àqueles que sofrem e estão em necessidade. O sacerdote e o levita, cujo dever era o de ministrar às necessidades do estranho, passaram pelo outro lado (Olhando Para o Alto [MD 1983, 20 de julho], p. 209).

O verdadeiro discípulo de Cristo procurará imitar o Modelo. Seu amor conduzirá à perfeita obediência. Ele se esforçará para fazer a vontade de Deus na Terra como é feito no céu. Aquele cujo coração ainda está maculado pelo pecado não pode ser zeloso de boas obras; ele não está ansioso para se abster do mal, não é vigilante e cuidadoso com seus próprios motivos e conduta, não controla sua língua desenfreada; não tem o cuidado de negar a si mesmo e tomar a cruz de Cristo. Essas pobres pessoas iludidas não observam os primeiros quatros preceitos do Decálogo, que definem o dever do homem para com Deus, e também não observam os últimos seis mandamentos, que definem o dever do ser humano para com seus semelhantes.



Os frutos do Espírito, que regem no coração e comandam a vida, são amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, ternos afetos de misericórdia e humildade de espírito. Os crentes verdadeiros andam segundo o Espírito, e o Espírito de Deus habita neles (Este Dia com Deus [MD 1980], 9 de outubro, p. 289).

Há lições práticas na Palavra de Deus. [...] Essa Palavra ensina princípios vivos e santos que inspiram as pessoas a fazer a outras o que gostariam que fizessem a elas, princípios que devem trazer para sua à vida diária aqui e levar para a escola do alto. [...] O altar e o arado são experiências para todos quantos buscam a vida eterna. Sabemos bem pouco da grandeza do amor e compaixão de Deus. [...] O Céu é nosso lar. Nossa cidadania está no alto, e nossa vida não deve ser dedicada ao mundo, que logo será destruído. Precisamos da Palavra de Deus revelada em caracteres vivos. Que linguagem pura e excelente é encontrada na Palavra de Deus! Que princípios elevadores e enobrecedores! (Olhando Para o Alto [MD 1983, 20 de julho], p. 209










Jesus quer que sirvamos sem buscar recompensas

 

Não se concentre em recompensas

Jesus não quer que fiquemos ansiosos com recompensas ou esperemos compensação por tudo o que fazemos em Seu serviço. Ele vê as coisas de maneira diferente de nós. Ele não julga com base nas aparências, mas avalia as pessoas com base na sinceridade de seus corações.

 

Exemplo de Paulo

Paulo sempre teve em mente a coroa da vida que seria dada a ele, bem como a todos aqueles que amam a vinda do Senhor. A vitória obtida através da fé em Jesus Cristo tornou esta coroa tão desejável. Ele sempre exaltou Jesus e não se vangloriava de seus próprios talentos ou vitórias. A glória das nossas próprias capacidades e realizações não é importante. Em vez disso, devemos nos orgulhar de saber e compreender que o Senhor é misericordioso, justo e reto.

 

Descanse no Senhor

O Senhor quer que descansemos Nele sem pensar constantemente em recompensas. Quando Cristo habita em nossas almas, a ideia de sermos recompensados não é a motivação principal do nosso serviço. Embora seja verdade que devemos considerar as recompensas num sentido secundário, não devemos estar ansiosos por compensação ou sentir que a merecemos por cada serviço prestado. Nossa principal motivação deve ser o amor a Deus e aos nossos semelhantes.

 

Serviço voluntário e abnegação

O serviço voluntário e a abnegação devem ser os princípios orientadores dos seguidores de Jesus. Nosso divino Mestre deu o exemplo de como Seus discípulos deveriam trabalhar. Ele não ofereceu nenhum pagamento àqueles a quem ordenou que O seguissem e se tornassem pescadores de homens. Eles deveriam participar de Sua abnegação e sacrifício.

 

Trabalhar para Deus, não por salário

Não deveríamos trabalhar para Deus por causa do salário que recebemos. A nossa motivação para servir a Deus não deve ser motivada por desejos egoístas. A devoção altruísta e o espírito de sacrifício sempre foram e sempre serão o primeiro requisito para uma adoração aceitável. Nosso Senhor e Mestre não quer nenhum traço de egoísmo em Sua obra. Em todas as nossas atividades, devemos lembrar que os maiores talentos e os serviços mais esplêndidos só são aceitáveis quando nos oferecemos como sacrifício vivo no altar, consumindo nossos próprios desejos egoístas (adaptado de "Jesus quer que sirvamos sem procurar recompensas", de [Autor]).




FATOS 03/11/2023
                                    
                                
LIÇÃO DE JONAS



Os planos de Deus para nós

 

O propósito de Deus revelado

 

Jonas sentiu-se confuso, humilhado e incapaz de entender por que Deus poupou Nínive. Apesar de tudo isso, cumpriu a missão que lhe foi dada de alertar a grande cidade. Embora o evento previsto não tenha acontecido, a mensagem de advertência veio diretamente de Deus. E serviu ao propósito do Senhor. A glória de Sua graça foi revelada entre os pagãos. "Alguns estavam sentados nas trevas e na sombra da morte, prisioneiros na aflição e nos ferros... eles clamaram ao Senhor em suas angústias, e ele os livrou de suas angústias. Ele os tirou das trevas e da sombra da morte e rompeu suas amarras... Ele enviou sua palavra e os curou, e os livrou de sua destruição" (Salmos 107:10, 13, 14, 20; Profetas e Reis, p. 161).

 

Aceitando nosso trabalho

Lembremos que nosso trabalho, mesmo que não o tenhamos escolhido, deve ser aceito como uma escolha de Deus para nós. Quer seja agradável ou não, temos obrigações de cumprir os deveres que nos são apresentados. "Tudo o que a sua mão encontrar para fazer, faça-o com toda a sua força, pois não há trabalho, nem pensamento, nem conhecimento, nem sabedoria no Sheol, para onde você está indo" (Eclesiastes 9:10).

 

Seguindo a direção de Deus

Se o Senhor quer que entreguemos uma mensagem a Nínive, não lhe agradará se formos para Jope ou Cafarnaum. Ele tem motivos para nos enviar para onde nossos passos são direcionados. Talvez haja alguém que precise da ajuda que podemos oferecer. Assim como Ele enviou Filipe ao ministro etíope, Pedro ao centurião romano e a jovem israelita para ajudar Naamã, o capitão sírio, hoje Ele envia homens, mulheres e jovens como Seus representantes para aqueles que necessitam de orientação divina e assistência (A Ciência do Bom Viver, p. 302).

 

Os Planos de Deus versus Nossos Planos

Nossos planos nem sempre são os planos de Deus. Ele poderá perceber que recusar nossas melhores intenções é melhor para nós e para Sua causa, assim como fez no caso de Davi. Mas de uma coisa podemos ter certeza: Ele abençoará e usará aqueles que se dedicarem sinceramente à Sua glória, com tudo o que possuem, para promover Sua causa. Se Ele perceber que é melhor não realizar nossos desejos, compensará a recusa demonstrando Seu amor e confiando-nos outras tarefas.

 

A amorosa orientação de Deus

Em Seu amoroso cuidado e preocupação por nós, Ele, que nos entende melhor do que nós mesmos, recusa-se a permitir que procuremos egoisticamente satisfazer nossa ambição. Ele não permite que negligenciemos os deveres sagrados que nos aguardam em casa. Freqüentemente, esses deveres fornecem a educação essencial necessária para nossa preparação para trabalhos superiores. Freqüentemente, nossos planos são frustrados para que os planos de Deus para nós possam ser cumpridos.

 

Sacrifícios por Deus

Nunca somos chamados a fazer um sacrifício real por Deus. Ele nos pede para renunciarmos a muitas coisas, mas ao fazê-lo, apenas abrimos mão daquilo que nos atrapalharia em nossa jornada para o Céu. Mesmo quando chamados a renunciar às coisas boas em si, podemos ter certeza de que Deus está preparando algo ainda melhor para nós (A Ciência do Bom Viver, p. 302, 303).









fatos 01/11/2023 



ensinos baseados na leitura do livro de Jonas capitulo 4

    Quando Jonas viu o propósito de Deus de poupar a cidade que, apesar de sua impiedade, tinha sido levada a se arrepender, vestida em pano de saco e coberta de cinza, ele devia ter sido o primeiro a se alegrar com a maravilhosa graça de Deus; no entanto, ao contrário disso, permitiu que sua mente se fixasse sobre a possibilidade de ser considerado um falso profeta. Preocupado com sua reputação, ele perdeu de vista o valor infinitamente maior dos que viviam naquela cidade infame. A compaixão mostrada por Deus para com os arrependidos ninivitas desagradou extremamente a Jonas, o qual “ficou muito aborrecido e com raiva” (Jn 4:1). Ele argumentou com o Senhor: “Não foi isso que eu disse, estando ainda na minha terra? Por isso, me adiantei, fugindo para Társis, pois sabia que Tu és Deus bondoso e compassivo, tardio em irar-Se e grande em misericórdia, e que mudas de ideia quanto ao mal que anunciaste” (v. 2).
    Ele se rendeu mais uma vez à sua inclinação de questionar e duvidar, e foi novamente oprimido pelo desânimo. Perdendo de vista os interesses dos outros e sentindo que teria sido melhor morrer do que viver para ver a cidade poupada, exclamou em sua insatisfação: “Agora, Senhor, peço que me tires a vida, porque para mim é melhor morrer do que viver” (Jn 4:3; Profetas e Reis, p. 160). 
    A lição é para os mensageiros de Deus hoje, quando as cidades das nações estão com tanta necessidade de conhecer os atributos e propósitos do verdadeiro Deus como os ninivitas do passado. Os embaixadores de Cristo devem mostrar para as pessoas o mundo mais nobre, que tem sido em grande parte perdido de vista. De acordo com os ensinamentos das Sagradas Escrituras, a única cidade que permanece é aquela cujo arquiteto e construtor é Deus. Com os olhos da fé, os seres humanos podem contemplar o limiar do Céu, iluminado com a glória do Deus vivo. Por intermédio de Seus servos ministradores, o Senhor Jesus está convidando as pessoas a se empenharem com santificada ambição no sentido de assegurarem a herança imortal. Apela para eles a fim de que acumulem tesouros junto ao trono de Deus (Profetas e Reis, p. 161, 162).
    No dom de Seu Filho para nossa redenção, Deus mostrou quão alto valor Ele dá a um ser humano, e não dá direito a homem algum de falar desprezivelmente de outro. Veremos faltas e fraquezas nos que nos rodeiam, mas Deus reivindica toda pessoa como Sua propriedade – Sua pela criação, e duplamente Sua tendo sido comprada com o precioso sangue de Cristo. Todos foram criados à Sua imagem, e mesmo os mais degradados devem ser tratados com respeito e ternura. Deus nos considerará responsáveis até por uma palavra proferida em desprezo em relação a alguém por quem Cristo depôs a vida. […]
    Aquele que ocupa o lugar de porta-voz de Deus não deve proferir palavras que nem a Majestade do Céu empregaria quando contendendo com Satanás. Devemos deixar com Deus a obra de julgar e condenar (O Maior Discurso de Cristo, p. 42, 43


fatos 30/10/2003



    Há mais pessoas do que pensamos desejando encontrar o caminho para Cristo. Aqueles que pregam a última mensagem de misericórdia devem ter em mente que Cristo tem que ser exaltado como o refúgio do pecador. Alguns ministros pensam não ser necessário pregar arrependimento e fé; eles acham que seus ouvintes estejam familiarizados com o evangelho e, portanto, devem ser apresentados assuntos de natureza diferente a fim de prender a atenção deles. Muitas pessoas, no entanto, são lamentavelmente ignorantes quanto ao plano da salvação; elas precisam de mais instrução quanto a esse tema tão importante do que sobre qualquer outro.

    São essenciais discursos teóricos para que o povo veja a cadeia da verdade, elo após elo, ligando-se a um todo perfeito, mas nunca se deve pregar um sermão sem apresentar Cristo, e Ele crucificado, como a base do evangelho (Evangelismo, p. 130).Nas horas mais escuras, sob as mais difíceis circunstâncias, o crente cristão pode se apoiar na fonte de toda luz e poder. Dia a dia, pela fé em Deus, sua esperança e ânimo podem ser renovados. “O justo viverá pela sua fé” (Hc 2:4). No serviço de Deus não precisa haver desânimo, nem hesitação ou medo. O Senhor fará mais do que cumprir as mais altas expectativas dos que Nele põem sua confiança. Ele lhes dará a sabedoria que suas múltiplas necessidades demandam (Profetas e Reis, p. 227). Muita coisa depende da incessante atividade dos que são verdadeiros e leais; e por essa razão Satanás põe todo o esforço possível no sentido de impedir o propósito divino de ser realizado por meio daquele que é obediente. Ele leva alguns a perder de vista sua elevada e santa missão e a se tornarem satisfeitos com os prazeres desta vida. Faz com que caiam no comodismo ou que se mudem dos lugares onde poderiam ser uma força para o bem, com o propósito de encontrar maiores vantagens terrenas. Outros, ele leva ao desânimo, fazendo com que fujam do dever, em face da oposição ou perseguição. Mas todos esses são considerados pelo Céu com a mais terna piedade. A cada filho de Deus, cuja voz Satanás tenha conseguido silenciar, é dirigida a pergunta: “O que você está fazendo aqui? Comissionei você para que fosse a todo o mundo e pregasse o evangelho, a fim de que o povo fosse preparado para o Dia de Deus. Por que você está aqui? Quem o mandou?” […] Os que sentirem, mesmo em grau limitado, o que a redenção significa para si e para o próximo compreenderão de alguma forma as amplas necessidades da humanidade. Seus corações serão movidos à compaixão ao verem a carência espiritual e moral de milhares que estão sob a sombra de terrível maldição, em comparação com a qual o sofrimento físico é considerado como nada (Profetas e Reis, p. 99, 100)

Fatos 08 de outubro 2023



Temos de crer que somos escolhidos de Deus, para ser salvos pelo exercício da fé mediante a graça de Cristo e a atuação do Espírito Santo; e devemos louvar e glorificar a Deus por tão maravilhosa manifestação de Seu imerecido favor. É o amor de Deus que atrai a pessoa a Cristo, para ser graciosamente recebida e apresentada ao Pai. Pela obra do Espírito renova-se a relação divina entre Deus e o pecador. O Pai diz: “Eu serei para eles Deus, e eles serão um povo para Mim. Exercerei amor perdoador e lhes concederei Minha alegria. ‘Eles serão a Minha propriedade peculiar, (Ml 3:17), pois esse povo que formei para Mim manifestará o Meu louvor.”

Deus põe Seu amor no povo eleito que vive entre os homens. Esses são o povo a quem Cristo redimiu a preço do próprio sangue; e como eles correspondem à atração de Cristo mediante a soberana misericórdia de Deus, são eleitos para ser salvos como Seus filhos obedientes (Nossa Alta Vocação [MD 1962, 12 de março], p. 75). Os membros não demonstram ter o relacionamento vivo com Deus que deveriam, para poderem conquistar pessoas das trevas para a luz. Tornem boa a árvore, e os resultados serão bons frutos. A atuação do Espírito de Deus no coração é essencial para uma vida devota. Ele precisa ser recebido no coração daqueles que aceitam a verdade, e criar neles um coração puro, para que possam guardar os Seus mandamentos e ser praticantes de Sua Palavra. “Não fique admirado,” disse o grande Mestre ao espantado Nicodemos, “Não fique admirado por eu dizer: ‘Vocês precisam nascer de novo’” (Jo 3:7).

A Bíblia não é estudada com a intensidade com que deveria. Não se faz dela a norma de vida. Se os seus preceitos fossem conscienciosamente seguidos e se tornassem a base do caráter, haveria uma firmeza de propósito que nenhuma especulação financeira ou ocupação mundana conseguiria influenciar seriamente. Um caráter assim formado, e amparado pela Palavra de Deus, resistirá o dia da provação, de dificuldades e perigos. A consciência precisa ser esclarecida, e a vida santificada pelo amor da verdade recebida no coração, para que a influência exercida sobre o mundo seja salvadora (Refletindo a Cristo [MD 1986, 13 de julho], p. 200). 

Deus derrama Suas inumeráveis bênçãos sobre nós. Devemos expressar-Lhe nosso agradecimento por nos haver aceito como obreiros para cooperar com o Senhor Jesus Cristo. Os que pregam a Palavra do Senhor devem viver o que ensinam. Se recebemos a graça de Deus no coração, precisamos revelar essa graça a outros em cada palavra e em cada ato. Os que se detêm na longanimidade e misericórdia de Cristo precisam praticar Sua paciência e longanimidade, e jamais revelar um espírito de injustiça opressora para com seus irmãos ou outras pessoas (Medicina e Salvação, p. 255).

 


Fatos, 20 de março 2023



Que nada diminua a força da verdade para este tempo. A verdade presente tem que ser nosso principal assunto. A mensagem do terceiro anjo deve realizar sua obra de separar das igrejas um povo que se decidirá em favor dos princípios da verdade eterna. Nossa mensagem é de vida ou morte, e devemos permitir que ela apareça como realmente é, o grande poder de Deus. Devemos apresentá-la em toda a sua força. O Senhor então a tornará eficaz. É nosso privilégio esperar grandes coisas, até mesmo a demonstração do Espírito de Deus. É esse o poder que convencerá e converterá o coração (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 51). Ao se aproximar o término do ministério terrestre de Cristo e Ele reconheceu que logo precisaria deixar Seus discípulos de modo que eles levassem avante a obra sem Sua supervisão pessoal, procurou encorajá-los e prepará-los para o futuro. Não os enganou com falsas esperanças. Como um livro aberto, ensinou o que deveria acontecer. Sabia que estava prestes a ser separado deles, para deixá-los como ovelhas entre lobos. Sabia que haveriam de sofrer perseguição, que seriam expulsos das sinagogas e aprisionados nos cárceres. Sabia que, por testemunharem Dele como o Messias, alguns experimentariam a morte; e lhes disse algo a respeito disso. Referindo-Se ao futuro deles, foi claro e específico a fim de que, nas aflições que viriam, pudessem lembrar de Suas palavras e ser fortalecidos para crer Nele como o Redentor. Falou-lhes também palavras de encorajamento e esperança. “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também. E vós sabeis o caminho para onde Eu vou” (Jo 14:1-4, ARC). “Por sua causa vim ao mundo; em seu favor tenho trabalhado. Quando Eu for, ainda trabalharei com empenho em seu benefício. Vim ao mundo para Me revelar, de modo que vocês possam crer. Vou para Meu Pai e o Pai de vocês, para cooperar com Ele em seu favor” (Atos dos Apóstolos, p. 14, 15). Os dirigentes de Israel afirmavam compreender as profecias, mas haviam aceitado falsas ideias acerca da maneira da vinda de Cristo. Satanás os tinha enganado; e todas as glórias do segundo advento de Cristo eram por eles aplicadas ao Seu primeiro aparecimento. Todos os maravilhosos acontecimentos agrupados em volta de Sua segunda vinda, eram por eles aguardados em Sua primeira vinda. Por isso, quando Ele veio, não estavam preparados para recebê-Lo. Entre o primeiro e o segundo advento de Cristo haverá um admirável contraste. A linguagem humana não consegue descrever as cenas da segunda vinda do Filho do Homem nas nuvens do céu. Ele virá com Sua própria glória, e com a glória do Pai e a dos santos anjos. Virá revestido do traje de luz, que Ele tem usado desde os dias da eternidade (Exaltai-O [MM 1992, 25 de dezembro], p. 374





Fatos, 19 de março 2023




Não há animação oferecida à incredulidade. O Senhor manifesta Sua graça e Seu poder muitas e muitas vezes. Isso deve nos ensinar que sempre é proveitoso, sob quaisquer circunstâncias, cultivar a fé, falar de fé, agir em fé. Não devemos deixar que nosso coração e nossas mãos se enfraqueçam, permitindo que sugestões de mentes desconfiadas nos plantem no coração as sementes da dúvida e da desconfiança.\n\nO Senhor trabalha em cooperação com a vontade e os atos do agente humano. É privilégio e dever de todo indivíduo crer no que Deus diz, crer em Jesus como Salvador pessoal e responder ansiosa e imediatamente às misericordiosas propostas que Deus faz. Ele deve estudar para crer nas instruções divinas contidas nas Escrituras e obedecer a elas. Deve basear sua fé, não em sentimentos, mas nas evidências da Palavra de Deus (Comentários de Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1033).\n\nOlhe para cima e permita que sua fé cresça constantemente. Deixe que essa fé guie você pelo caminho estreito que leva através dos portais da cidade para o grande além, o vasto e ilimitado futuro de glória preparado para os redimidos. “Portanto, irmãos, sejam pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sejam também vocês pacientes e fortaleçam o seu coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg 5:7,8).\n\nAs nações dos salvos não conhecerão outra lei senão a lei do Céu. Todos serão uma família unida e feliz, revestida com as vestes de louvor e ações de graças. Ao presenciar essa cena, as estrelas da manhã cantarão a uma só voz, e os filhos de Deus exultarão de alegria, enquanto Deus e Cristo Se unirão proclamando: “Não haverá mais pecado nem morte!” (Profetas e Reis, p. 430).\n\nJesus virá em breve, e devemos ter a atitude de esperar e vigiar pelo Seu aparecimento. Não devemos permitir que coisa alguma se interponha entre nós e Jesus. Precisamos aprender a entoar aqui o cântico do Céu, de modo que quando terminar a nossa peleja possamos participar do cântico dos anjos celestiais na cidade de Deus. Qual é esse cântico? É louvor, honra e glória Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, para todo o sempre. Enfrentaremos oposição; por amor a Cristo, seremos odiados por todos e por Satanás, porque ele sabe que com os seguidores de Cristo há um poder divino que debilitará sua influência. Não podemos nos esquivar do opróbrio.\n\nNão devemos permitir que nosso tempo seja tão ocupado com as coisas de natureza temporal, ou mesmo com questões relacionadas à causa de Deus, que passemos um dia após o outro sem achegar-nos ao lado ensanguentado de Jesus. Precisamos comungar diariamente com Ele. Somos exortados a combater o bom combate da fé. Manter uma vida de sincera fé será uma penosa batalha; se, porém, nos lançarmos inteiramente sobre Cristo, com a firme determinação de nos apegarmos somente a Ele, seremos capazes de repelir o inimigo e obter gloriosa vitória (Exaltai-O [MM 1992, 24 de dezembro], p. 373).


 Fatos, sábado 25 de fevereiro de 2023



O coração deve ser entregue a Deus, ou jamais será operada em nós a mudança para restaurar-nos à Sua semelhança. Estamos, por natureza, alienados de Deus. O Espírito Santo descreve nossa condição em palavras como estas: “mortos em suas transgressões e pecados” (Ef 2:1); “toda a cabeça está doente, e todo o coração, enfermo”, “não há [nele] nada são” (Is 1:5,6). Estamos retidos nos laços de Satanás, que nos prendeu para fazermos a sua vontade (2Tm 2:26). Deus deseja nos curar e nos libertar. Como isso requer completa transformação e uma renovação de nossa natureza, devemos nos entregar inteiramente a Ele.

A luta contra o eu é a maior de todas as batalhas. A renúncia de si mesmo, a sujeição de tudo à vontade de Deus, requer uma luta; mas a pessoa deve se submeter a Deus antes de ser renovada em santidade. […]

Diante de nós estão as maiores bênçãos que, através de Sua graça, [Deus] quer nos conceder. O Senhor nos convida a nos entregarmos a Ele a fim de que possa cumprir em nós Sua vontade. Resta-nos escolher se queremos ficar livres da escravidão do pecado para partilhar da gloriosa liberdade dos filhos de Deus (Caminho a Cristo, p. 38, 39).


Coloquem em Deus toda a sua confiança. Quando procedem contrariamente, então é tempo de fazer uma parada. Detenham-se exatamente onde estiverem, e mudem a ordem das coisas. [...] Clamem a Deus em sinceridade, com fome de alma. Lutem com os poderes celestiais até que alcancem a vitória. Coloquem todo o ser nas mãos do Senhor, alma, corpo e espírito, e resolvam ser amorável e consagrado instrumento para Ele, movido por Sua vontade, regido por Sua mão, possuído pelo Espírito. [...] Então verão claramente as coisas celestiais.

Se permitíssemos que nosso espírito se demorasse mais em Cristo e no mundo celestial, encontraríamos poderoso estímulo e auxílio em pelejar as batalhas do Senhor. O orgulho e o amor ao mundo perderão o poder ao contemplarmos as glórias daquela Terra melhor, que tão cedo será nossa pátria. Ao lado da beleza de Cristo, todos os atrativos terrestres parecerão de pouco valor (Filhos e Filhas de Deus [MM 1956/2005, 8 de abril], p. 105).

Beneficência constante e abnegada é o remédio que Deus propõe para os pecados crônicos do egoísmo e da avareza. Deus dispôs o plano de doação sistemática para o sustento de Sua causa e para aliviar as necessidades dos pobres e dos sofredores. Ele ordenou que o doar deve se tornar um hábito, para que possa se contrapor ao perigoso e enganador pecado da avareza. O ato de doar continuamente faz com que a avareza vá definhando. A doação sistemática se destina, no plano de Deus, a retirar tesouros dos avarentos tão depressa eles são ganhos e a consagrá-los ao Senhor a quem pertencem. [...]

A constante prática do plano divino de doação sistemática enfraquece a avareza e estimula a liberalidade. Se as riquezas aumentam, os homens, mesmo os que professam piedade, põem nelas o coração; e quanto mais têm, menos dão para o tesouro do Senhor. Assim, a riqueza torna egoístas os homens, e o acúmulo estimula a avareza; e esses males se fortalecem pelo exercício ativo. Deus conhece o perigo que nos rodeia, e nos protegeu com meios para evitar nossa ruína (Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 457).






Trabalhando com integridade


Aquilo que está na base da integridade comercial e do verdadeiro êxito é o reconhecimento da propriedade de Deus. O Criador de todas as coisas é seu proprietário original. Somos Seus mordomos. Tudo que temos foi confiado por Ele para ser usado de acordo com Sua direção.

Essa obrigação é de todo ser humano e afeta toda a esfera da atividade humana. Quer reconheçamos ou não, somos mordomos, dotados por Deus com talentos e capacidades, e colocados no mundo para realizar uma obra indicada por Ele.

A cada homem é dada “sua obra” (Mc 13:34) – a obra para a qual suas aptidões o adaptam e que resultará no maior benefício a si próprio e a seus semelhantes, e na maior honra a Deus (Educação, p. 96).

A fortaleza de caráter consiste em duas coisas – força de vontade e domínio de si mesmo. Muito jovem confunde paixão forte, desenfreada, com força de caráter; o fato, porém, é que aquele que é dominado pelos desejos é fraco. A genuína grandeza e nobreza do homem medem-se pela força dos sentimentos que ele subjuga, não pela força dos que o dominam. O homem mais forte é aquele que, embora sensível aos maus-tratos, ainda refreia o desejo e perdoa os inimigos. Tais homens são verdadeiros heróis. [...]

Deus nos deu as faculdades intelectuais e morais que possuímos; mas toda pessoa é, em grande medida, o arquiteto do próprio caráter. Dia a dia a estrutura aumenta. A Palavra de Deus adverte-nos a cuidar em como construímos, para ver que nosso edifício se ache fundado sobre a Rocha Eterna. Aproxima-se o tempo em que a obra que fazemos se revelará tal qual é. Agora é o tempo de todos cultivarem as faculdades que Deus lhes deu, a fim de formarem caráter que seja útil aqui, e tenham uma vida mais elevada no porvir (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 575).

“[... (1Co 10:31)]. Eis aqui um princípio que constitui o fundamento de todo ato, pensamento e motivo; a consagração de todo o ser, físico e mental, ao domínio do Espírito de Deus. A vontade e as paixões não santificadas precisam ser crucificadas. Isso talvez seja considerado uma obra rigorosa e severa. Mas precisa ser efetuada, se não vocês ouvirão a terrível sentença da boca de Jesus: “Apartai-vos.” Vocês podem fazer todas as coisas por meio de Cristo, que os fortalece. [...]

Vocês precisam clamar fervorosamente: “Ó Senhor, converte o mais íntimo de minha alma!” Vocês podem ter uma influência para o bem sobre outros jovens. [...] Que o Deus da paz os santifique em tudo: alma, corpo e espírito (Exaltai-O [MM 1992, 5 de setembro], p. 263).

José andava com Deus. Não seria persuadido a se desviar do caminho da justiça e transgredir a lei divina por nenhuma sedução ou ameaça. Seu domínio próprio, sua paciência na adversidade e sua fidelidade resoluta foram registrados para benefício de todos os que posteriormente vivessem na Terra. Quando os irmãos de José reconheceram diante dele o seu pecado, espontaneamente ele os perdoou e mostrou, pelos seus atos de benevolência e amor, que não guardava ressentimentos pela maneira cruel com que agiram em relação a ele (História da Redenção, p. 74).




Hoje terça feira, 21 de fevereiro de 2023




Anos de labor


Quantos homens poderiam ter evitado o fracasso e a ruína na vida financeira, se atendessem às advertências tantas vezes repetidas e enfatizadas nas Escrituras:“Quem tenta enriquecer-se depressa não ficará sem castigo” (Pv 28:20). “O dinheiro ganho com desonestidade diminuirá, mas quem o ajunta aos poucos terá cada vez mais” (Pv 13:11).

Esses são princípios que dizem respeito ao bem-estar da sociedade e das associações tanto seculares quanto religiosas. São esses princípios que dão segurança à propriedade e à vida. Tudo que contribui para que a confiança e a cooperação sejam possíveis, o mundo deve à lei de Deus, conforme está em Sua Palavra e ainda se encontra delineada no coração do ser humano em traços muitas vezes obscuros e quase apagados.

As palavras do salmista: “Para mim vale mais a lei que decretaste do que milhares de peças de prata e ouro” (Sl 119:72) declaram algo que é correto de outros pontos de vista, além do religioso. Declaram uma verdade absoluta, e que é reconhecida no mundo comercial. Mesmo nesta época de paixão pela aquisição de riquezas, em que a concorrência é grande e os métodos são tão inescrupulosos, ainda se reconhece amplamente que, para um jovem que está iniciando sua vida, a integridade, a dedicação, a temperança, a pureza e a economia constituem melhor capital do que qualquer quantidade de mero dinheiro (Educação, p. 95).

Pelo exemplo, [Jesus] ensinou que devemos ser produtivos, que nosso trabalho deve ser executado com exatidão e esmero e que um trabalho assim é honroso. As atividades que ensinam as mãos a ser úteis e educam os jovens a desempenhar as responsabilidades da vida aumentam a força física e desenvolvem todas as habilidades. Todos devem fazer alguma coisa que lhes seja útil ou que ajude a outros. Deus designou o trabalho como uma bênção, e somente o trabalhador dedicado encontra a verdadeira glória e alegria da vida. A aprovação de Deus repousa com amável segurança sobre crianças e jovens que desempenham alegremente sua parte nos deveres da família, partilhando as responsabilidades do pai e da mãe. Esses filhos sairão de casa para ser membros úteis da sociedade.

Ao longo de Sua existência terrestre, Jesus foi um ativo e constante trabalhador. Esperava muito resultado; portanto, empreendia muito. [...] Jesus não Se esquivava de preocupações e responsabilidades. [...] O otimismo e a energia, a solidez e a resistência de caráter manifestados em Cristo têm de se desenvolver em nós por meio da mesma disciplina que Ele suportou. Desse modo, teremos a mesma graça recebida por Ele (O Desejado de Todas as Nações, p. 48, 49).
Há ciência no tipo mais humilde de serviço, e se todos assim pensassem, veriam nobreza no trabalho. Coração e mente têm de ser postos no serviço de qualquer tipo; então haverá boa disposição e eficiência. 
Nas ocupações agrícolas ou mecânicas, podem as pessoas demonstrar a Deus que apreciam o Seu dom na forma de faculdades físicas, assim como mentais. Empregue-se a educada habilidade em idealizar métodos aperfeiçoados de trabalho. É isso justamente o que o Senhor deseja. [...] Que a lei de Deus se torne a norma de ação, e ela enobrecerá e santificará todo serviço. A fidelidade no desempenho de todo dever torna o trabalho nobre e revela um caráter que Deus pode aprovar (Comentários de Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 5, p. 1240).


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